domingo, 22 de maio de 2011

Amanhã de manhã...

Por Taís Helena

Vou pedir o café pra nós dois... Mentira! Vamos começar a pensar nas ideias para o São João e Dia dos namorados! Que a força esteja com a gente... Em busca de novas decorações e outras coisitas. Vem novidade por aí. Aguardem!

E por falar em café, dá uma olhada nesse cupcakes perfeitos para acompanhar um cafezinho quentinho, ou até um chocolate quente... cupcake de vanilla com recheio de morango polvilhado de açúcar refinado. Podia ser até recheio de geléia de morango, hein? Delícia.




domingo, 15 de maio de 2011

ALFAJOR bom D+

Por Val Rodrigues


Em busca de informações mais precisas sobre o alfajor, encontrei uma reportagem na revista (on-line) O Estadão de S.Paulo, datada de 02 de outubro de 2008, que falava justamente de um alfajor pouco conhecido para nós (se comparado ao famoso Havanna). Trata-se de um alfajor que ganhou o campeonato mundial de alfajores, superando as marcas mais conhecidas. Ele é fabricado no município de Quilmes, grande Buenos Aires, e o mais interessante é que seus produtores não buscam mídia para seus produtos, não se preocupam em aumentar sua produção e confessam estar satisfeitos dessa forma, o que por sinal, logo acaba das lojas revendedoras desse produto, sendo necessário , muitas vezes, usarem placas informativas da falta do doce. Seu segredo?, manter a qualidade de seus produtos há pelo menos 4 décadas.

Confesso que tambem não encontrei tal marca, até porque não procurei necessariamente por ela, mas sim por um doce tradicional da argentina chamado alfajor. Porém, ao conhecer essa história, fiquei realmente curiosa em experimenta-lo, o que ficará para próxima viagem!

Em outras publicações, encontrei a história, propriamente dita, da origem do alfajor, doce mais tradicional da argentina, consumido por 1/3 da população e bastante procurado pelos turistas que por lá passam.

Primeiramente levei um susto ao saber que originariamente ele é Árabe (pois nunca me afeiçoei muito pelos ingredientes Árabes), mas enfim, fiquei mais aliviada quando descobri que remonta à época das invasões mouras na Península Ibérica, e da Espanha, mais precisamente  Andaluzia, o doce foi levado para América do Sul.

Em Árabe o doce chama-se Al-Hasu, que significa recheado, e, em sua receita original, eram utilizados mel, amêndoas e avelã.

Já na Espanha, seu nome passou a ser ALFAJOR, modificando, também, alguns ingredientes. Com a colonização do Sul da América pelos Espanhóis, o ALFAJOR foi trazido e mais uma vez modificado em seus ingredientes básicos, mas o doce de leite passou a ser o principal recheio, talvez devido à tradição agropecuária, onde o doce de leite seria uma das suas principais produções.

Enfim, o importante é que o melhor de deliciar algo saboroso, é conhecer suas origens e assim degustar de forma cultural as apetitosas elaborações tradicionais de determinada localidade.

Dessa forma,

        Bom Apetite =  شهية طيبة

 Até nossa próxima postagem, não percam, hein?! Você vai adorar!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ERA UMA VEZ...

Por Val Rodrigues



Ah! delícia!
Vamos ser francas... O bolinho que tornou-se o coadjuvante nas festas de casamento, aniversários, entre outras festitas, merece o sucesso que tem!!!
Além de ser gostoso (essa é a idéia), tem lindas decorações e que nos remetem, de forma lúdica, às nossas mais íntimas lembranças da infância.

Mas, e aí? Quem sabe como e onde surgiu o famoso bolo de xícara?
Isso mesmo! esse nome revelava a forma de medir os ingredientes, ou seja, usando a xícara como parâmetro quantitativo, e foi nos Estados Unidos, por volta do Séc. XIX, que surgiu a idéia de romper com o tradicionalismo, aliado à uma forma mais prática e rápida para sua preparação.

A princípio, haviam várias formas (ou fôrmas) de assar o Fairy Cakes (bolo das fadas), entre elas a própria xícara e pequenas latas utilizadas nas residencias (séc. XX).
Quanto aos recheios, existem tradicionalmente os de baunilha e chocolate, porém, nas mãos criativas de nós brasileiras, esses recheios são inúmeros, e aí... só o céu é o limite!

Não percam nossa próxima postagem: Falaremos um pouco da origem do Alfajor.
Hasta luego!